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Dando para o chefe para não perder o emprego Por: Sandrinha.
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Eu tinha 18 anos, era meu primeiro emprego. Era um bom emprego, secretária em um escritório de engenharia. Meu chefe, Sr. Orlando era muito simpático e me ajudou no início. Nos primeiros meses foi difícil, mas depois aprendi o serviço e era uma boa secretária. Depois de uns seis meses o Sr. Orlando começou a me dizer algumas gracinhas. Quando tinha alguma reunião importante ele dizia que estava cansado e pedia para que eu fizesse massagem nos seus ombros. No início não gostava mas tinha medo de perder o emprego. Então eu fazia, né!! Até que um dia... Sr. Orlando disse que a massagem não resolvia seu estresse e queria que eu fizesse outra coisa. Achei a história mais esquisita e perguntei o que era. “Eu to precisando de uma chupeta, pode ser?”; “Como assim Sr. Orlando, quer que EU te chupe???”; “Quem mais poderia me fazer esse favor? Faz tempo que você me faz uma massagem bem gostosa, mas agora acho que deveríamos melhorar, ein?”; “Não sei o que dizer, Sr. Orlando!”; “Eu ficaria muito mais tranqüilo se você me desse uma chupada, você é bem gostosa e deve saber fazer. Se não quiser eu vou ter que achar quem queira...!”. Pensei... Vou chupar esse tarado. Ele estava sentado em sua cadeira, ajoelhei-me, abri a calça, baixei sua cueca e comecei a lamber. Já tinha dado umas chupadas antes, mas poucas vezes. Não tinha namorado e ainda era virgem. Comecei a engolir e bombar com a boca e as mãos. Ele segurou minha cabeça e forçava para baixo, começou a jorrar um monte de porra na minha boca e não deixou eu tirar a cabeça. Engoli tudo e depois ele me mandou lamber o pau dele. Fechou a calça e disse que de agora em diante essa seria a nova massagem. Depois desse dia Sr. Orlando me mandava chupar uma vez por dia. Eu já estava gostando, não me importava mais. Ele me chamava de gostosa e dizia que iria aumentar o meu salário. E aumentou mesmo. Comecei a ganhar mais por causa das chupetas. Uma sexta à tarde, Sr. Orlando disse que já estava na hora de aumentar novamente meu salário, se eu quisesse , é claro. Eu logo fiquei interessada mas sabia que não seria de graça. Ele disse que já estava ficando muito a fim de me comer. Perguntou-me se eu era virgem. Disse que sim, de buceta e de cu. Ele ficou impressionado e disse que eu ia dar meu cabaço pra ele. Eu disse que tinha medo. “Que medo, vamos resolver isso hoje”. Me pegou pelo braço, fechamos o escritório e entramos no seu carro. Ele foi direto para um motel bagaceiro que tem perto do escritório. Eu estava deixando... afinal poderia ser bem gostoso. Entramos no quarto e ele me puxou pela cintura. Disse que ia me comer por trás, do jeito que ele imaginava me pegar no escritório. Me virou de costas, encostou o pau duro na minha bundinha. Levantou minha saia e me jogou na cama. Abriu a calça, tirou o pau e disse “agora, tu vai sentir, gatinha, meu pau bem duro na tua bucetinha virgem”. Puxou minha calcinha, cuspiu nos dedos e encostou na minha buceta, molhou, posicionou-se e comecou a colocar o pau na minha gruta molhada. Enfiou tudo de uma vez, senti uma baita dor, mas ele continuou bombando até gozar nas minhas costas. Caiu deitado, me olhou e disse “agora chupa, minha putinha”. Comecei a chupar e logo já estava duro. “Agora vou acabar o serviço, vadia”. Me virou de bunda pra cima, cuspiu no pau e no meu cu. Senti muito medo, meu cuzinho era virgem e ouvi dizer que doía. Ele não teve dó. Meteu com dificuldade mas de uma só vez. Doía muito e ele bombava muito forte. Eu gritava e ele me dava palmadas na bunda, me chamava de puta e dizia que ia comer muito o meu cuzinho. Bombou e encheu meu cu de porra. Sr. Orlando levantou e me convidou pra tomar um banho, no chuveiro chupou meus peitinhos e minha buceta. Mas só quis comer o cuzinho. Depois desse dia Sr. Orlando quer me comer todo o dia. Eu dou o que ele quiser, mas ele gosta mesmo de comer minha bundinha. Eu tinha 18 anos, era meu primeiro emprego. Era um bom emprego, secretária em um escritório de engenharia. Meu chefe, Sr. Orlando era muito simpático e me ajudou no início. Nos primeiros meses foi dif...



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